O bom filho à casa torna

João Guilherme D’Arcadia fala da tecnologia como aliada da comunicação

Nathália Sousa

João Guilherme da Costa Franco Silva D’Arcadia, nome de Dom, natural de Poços de Caldas, Minas Gerais, veio para Bauru há mais de dez anos, para cursar jornalismo na Universidade estadual Paulista, Unesp.

Professor, desde 2014, nas Faculdades Integradas de Jahu; professor bolsista na Universidade Estadual Paulista, campus de Bauru; repórter no jornal Comércio doJahu; mestre em comunicação midiática pela Unesp; doutorando no programa de pós-graduação em mídia e tecnologia, também na Unesp; pesquisador no Laboratório de Estudos em Comunicação, Tecnologia e Educação Cidadã, mais conhecido como Lecotec. Quase um resumo do Lattes de João.

Enquanto aluno do curso de jornalismo da Unesp, graduando de 2006 a 2009, foi colaborador no Lecotec, como bolsista de produtividade pelo CNPq em 2006, com o projeto Toque de Ciência, que adaptava projetos de divulgação científica de diferentes áreas do conhecimento para o rádio. Depois de alguns anos fora da academia, voltou à Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação, a Faac, dessa vez para a obtenção do título de mestre, de 2012 a 2014, quando fez uma pesquisa sobre diferentes coberturas midiáticas acerca do “escândalo do mensalão”.

Ano passado iniciou o doutorado, pesquisando o fenômeno das “Fake News” na América Latina. O estudo analisa desde os motivos de crença do público nas falsas notícias aos mecanismos de checagem de informações na América Latina, com a intenção de mapear propostas colaborativas de checagem de informação.

Como professor, nas Faculdades Integradas de Jahu, leciona técnica de redação e jornalismo comunitário; na Unesp, dá aula de jornalismo impresso II. Também é, na área acadêmica, coordenador da Agência Experimental de Comunicação – Agex, nas Faculdades Integradas de Jahu.

Para João, os estudos em comunicação estão intimamente ligados aos estudos em tecnologia, porque não existe a massificação da informação, a democratização do acesso à informação, como os jornais em diferentes veículos, sem o uso da tecnologia como instrumento massificador.

Seja numa gráfica que imprime milhares de exemplares de um jornal diário impresso ou na transmissão via ondas eletromagnéticas de programas jornalísticos, sempre a tecnologia é condição e aliada da comunicação massificada.

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